quarta-feira, junho 16, 2004

Onde ficam os scripts de inicialização no Debian?

O debian trabalha com seus scripts de inicialização no nível 2.

# /etc/rc2.d
Os links estão dispostos na ordem em que serão executados:

ex:
S20ssh
S20xfs
S50proftpd
S89atd
S89cron
S90velox
S91apache
S99kdm
S99rmnologin
S99xdm

Estes links simbolicos apontam para o script real em questão.
No caso do ssh por exemplo:

#! /bin/sh

# /etc/init.d/ssh: start and stop the OpenBSD "secure shell(tm)" daemon

test -x /usr/sbin/sshd || exit 0
( /usr/sbin/sshd -\? 2>&1 | grep -q OpenSSH ) 2>/dev/null || exit 0

# forget it if we're trying to start, and /etc/ssh/sshd_not_to_be_run exists
if [ -e /etc/ssh/sshd_not_to_be_run ]; then
echo "OpenBSD Secure Shell server not in use (/etc/ssh/sshd_not_to_be_run)"
exit 0
fi

check_config() {
/usr/sbin/sshd -t || exit 1
}

# Configurable options:

case "$1" in
start)
test -f /etc/ssh/sshd_not_to_be_run && exit 0
#Create the PrivSep empty dir if necessary
if [ ! -d /var/run/sshd ]; then
mkdir /var/run/sshd; chmod 0755 /var/run/sshd
fi
echo -n "Starting OpenBSD Secure Shell server: sshd"
start-stop-daemon --start --quiet --pidfile /var/run/sshd.pid --exec /usr/sbin/sshd
echo "."
;;
stop)
echo -n "Stopping OpenBSD Secure Shell server: sshd"
start-stop-daemon --stop --quiet --oknodo --pidfile /var/run/sshd.pid
echo "."
;;

reload|force-reload)
test -f /etc/ssh/sshd_not_to_be_run && exit 0
check_config
echo -n "Reloading OpenBSD Secure Shell server's configuration"
start-stop-daemon --stop --signal 1 --quiet --oknodo --pidfile /var/run/sshd.pid --exec /usr/sbin/sshd
echo "."
;;
Ok, Té mais.

sexta-feira, junho 11, 2004

Comendo bem, sem gordura... naturallight

Para 1 kg Hamburger150 g Proteína de soja desidratada
700 ml de água
Junte a água com a proteína de soja desidratada.
Deixe por uns 30 minutos na água.
Enquanto isso ...
Bata no liquidificador
6 dentes de alho
1 colher de sopa de majericão picado
3 folhas de sálvia picada
2 colheres de sopa de molho shoyo
2 colheres de sopa de azeite
Pegue a soja desidratada e escorra.

Acrescente:Tempero batido no liquidificador
2 colheres de creme de cebola
1 colher de sopa de ervas finas
Mexa um pouco.
Acrescente:
Uma clara de ovo para dar mais liga
300 g de farinha de rosca.

Forme o hamburger e leve ao forno por cerca de 25minutos

Bom apetite!!!
Receita apresentada pelo programa SuperTudo
TV Educativa - ACERP
Obrigadão!

quarta-feira, março 24, 2004

http://people.debian.org/~walters/gnome2.html

James Strandboge criou pacotes GNOME 2.2 para versão woody, entre outras aplicações como Evolution. Primeiro note a ordem para instalação: você deve ter XFree 4.2!.

Adicione as seguintes linhs em seu /etc/apt/sources.list:

deb http://www.fs.tum.de/~bunk/debian woody/bunk-1 main contrib non-free
deb-src http://www.fs.tum.de/~bunk/debian woody/bunk-1 main contrib non-free

instale XFree 4.2,

deb http://ftp.acc.umu.se/mirror/mirrors.evilgeniuses.org.uk/debian/backports/woody gnome2.2/
deb-src http://ftp.acc.umu.se/mirror/mirrors.evilgeniuses.org.uk/debian/backports/woody gnome2.2/

em seu /etc/apt/sources.list, e depois

apt-get update
apt-get install gnome

Ou em vez disto:

apt-get update
apt-get install gnome-core


Fonte: http://people.debian.org/~walters/gnome2.html

terça-feira, março 02, 2004

Mensagem do ITI sobre o texto do Élio Gaspari

Achei importante deixar aqui registrado mensagem do Chefe de Gabinete - Carlinhos Cecconi do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação - ITI
da Casa Civil - Presidência da República, sobre o texto de Élio Gaspari em O Globo de hoje.


-=-=- Conforme recebida na lista -=-=-
From: Pablo de Camargo Cerdeira

To: cyberlawyers@yahoogrupos.com.br, lista@quilombodigital.org
Subject: [QuilomboDigital] Mensagem do ITI sobre o texto do Élio Gaspari


Caros,

Mensagem do ITI sobre o texto do Élio Gaspari.

Abraços,
Pablo de Camargo Cerdeira


Em Ter, 2004-03-02 às 11:55, Pablo Cerdeira - (PCC)
escreveu:
-----BEGIN PGP SIGNED MESSAGE-----

Olá Carlinhos,

Muito boa e oportuna a sua manifestação. Gostaria
de saber se pode ser encaminhada para algumas listas de discussões
que estão questionando a política de SL do governo.

Abraços,
Pablo de Camargo Cerdeira

carlinhos cecconi - ITI
Carlinhos.Cecconi@planalto.gov.br
03/02/04 10:29 AM
Em razão das notas sobre software livre do Élio Gaspari resolvi enviar
aos amigos alguns comentários.

Primeiro, observem o site do projeto software livre
brasil que divulga a matéria publicada no jornal Valor de segunda-feira,
matéria de página inteira e com chamada de capa e que contrasta com a
coluna do Élio Gaspari do domingo. Veja:

http://www.softwarelivre.org/news/1781

Aproveito para lembrar também que a coluna do Élio
Gaspari comete um erro quando faz referência ao programa de declaração
de IR. A coluna afirma que "Se tudo andar direito, a segunda
plataforma entra no ar até 15 de abril". Na verdade a receita já divulgou que
disponibilizará a versão multiplataforma desenvolvida em java no dia
15 de março (e não abril). Espero que os jornais corrijam, informando a
data correta.
Enviamos nota à coluna de Élio Gaspari na data de
ontem.

Mas, a propósito, entendemos bastante importante e
oportuna a preocupação positiva demonstrada pelo jornalista
Élio Gaspari com a implementação de software livre pelo governo federal
ou por qualquer esfera de governo na administração pública
brasileira (ainda que não lembro de ter lido qualquer referência a governos
estaduais e softwares livres na coluna do Élio). A confusão de datas foi
inoportuna.

Nós do Comitê Técnico de Implementação de Software
Livre no governo federal continuamos planejando, executando e
fomentando sua utilização, além do necessário apoio aos órgãos que assim o
fazem. Inclusive da Secretaria da Receita Federal que, além do programa
de IR, executa um projeto em software livre muito mais abrangente,
como Squid nas diversas regionais, Open Office em estações de trabalho, nova
Intranet a partir do Open Source, IDS Snort em diversos pólos da SRF,
ReceitaNetWeb em multiplataforma, a nova versão do sítio da SRF em
padrões W3C que operam em qualquer browser. Ações que representam apenas o
início desse trabalho, não o término.

A implementação de software livre na administração
pública federal faz parte do conjunto de políticas estruturantes do
Governo e continuaremos a operá-la. Ainda há muito trabalho e por bastante
tempo. Todos aqueles que já se envolveram num trabalho de migração para
software livre sabem das suas vantagens e quais as dificuldades que
normalmente se apresentam (ainda que muitas delas fabricadas pelos
defensores do monopólio). Uma coisa é certa: continuamos e
continuaremos a implementar software livre no governo federal.

A propósito, aqui no ITI funcionamos plenamente e completamente com software livre. Em todos os computadores de todos os funcionários.

Para saber mais, visite:
http://www.softwarelivre.gov.br e
http://interagir.softwarelivre.gov.br

[]s

- --
Carlinhos Cecconi
Chefe de Gabinete
Instituto Nacional de Tecnologia da Informação - ITI
Casa Civil - Presidência da República


domingo, fevereiro 29, 2004

União para levar Linux a multi plataformas

21/08/2003 - Pode ser que usuários domésticos passem a utilizar Linux bem antes do que imaginam, talvez até mais do que software proprietários, como o "onipresente" Windows. Este é o recado que as oito maiores fabricantes de eletrônicos do mundo – Philips, Sony, Hitachi, Sharp, Toshiba, Samsung, NEC e Matsushita – estão dando ao mercado de software, hardware e usuários. Em julho eles se uniram para formar o Consumer Electronic Linux Forum (CELF), um acordo que tem como principal objetivo criar bases padronizadas de desenvolvimento e requerimentos para extensões da plataforma Linux, atendendo necessidades de equipamentos como TVs digitais, DVDs, CDs, celulares etc.

quarta-feira, fevereiro 25, 2004

Linux: uma ideologia para viver


Carlos Nepomuceno

O que você diria sobre a seguinte previsão: Dentro de alguns anos você não terá mais o Windows na sua máquina e colocará um sistema melhor, mais confortável, barato, ou quase de graça. E não será um produto Microsoft!

Quem poderia apostar nisto e não ser chamado de maluco? Talvez, apenas Linus Torvalds, criador do Linux:

"Meu objetivo na vida não era assumir o mercado de desktops, mas é claro que isso vai acontecer". Comenta no seu livro "Só por prazer", lançado este mês no Brasil pela Editora Campus.

O livro é uma forma suave, lírica e poética de apresentar o que deu certo no mundo do software livre. Conta a vida de Torvalds, um garoto tímido finlandês, apaixonado por micros, filho de pai comunista.

Um dia, por volta de 1991, sem nada para fazer, em um inverno rigoroso de Helsinque, resolveu desenvolver um emulador de terminal e colocou-o de graça na rede.

"Na Finlândia (...) qualquer pessoa que exiba um mínimo sinal de ganância é vista com desconfiança".

O emulador acabou por virar um sistema operacional. Linus adotou uma nova forma de licenciamento que surgia na época a "General Public License". Por ela, quem melhora o produto, é obrigado, por contrato, a compartilhar o código-fonte com toda a sociedade.

Com esta filosofia, o Linux foi instalado, ao longo dos últimos anos, em milhares de máquinas, principalmente, servidores da Internet. E passou a ser o principal concorrente da Microsoft em diversos segmentos de mercado.

O que o impulsiona? O entusiasmo de seus seguidores e os dólares dos concorrentes, tais como os da Sun, IBM e Oracle, que investem pesado nesta salvadora alternativa.

O Linux, mais do que um conjunto de códigos, simboliza uma filosofia de vida:

"O problema é que pessoas e empresas muitas vezes são motivadas por pura ganância. E isso faz como que elas percam ao longo prazo. A ganância leva a decisões ditadas pela paranóia e a uma necessidade de controle total. Essas são decisões ruins, de pouca visão e acabam em fracasso ou quase isso".

E ainda: "À medida que o mundo se torna menor, à medida que o ritmo da vida e dos negócios se intensifica e à medida que a tecnologia e a informação se tornam disponíveis, as pessoas percebem que o enfoque da avareza fica cada vez mais obsoleto".

Assim, Linus oferece para a área tecnológica - pouco afeita a fantasias - um projeto coletivo. E consegue ameaçar a Microsoft no único campo em que esta não sabe competir: no compartilhamento solidário de idéias.

Ele conseguirá chegar ao micro doméstico? É algo ainda muito difícil de se prever. Mas, independente do resultado, o Linux dá a esta nova geração do século XXI, carente de sonhos, uma ideologia para viver.


Fonte:http://www.widebiz.com.br/gente/nepomuceno/l
Data de Publicação: 19/07/2001

quarta-feira, fevereiro 18, 2004

Squid dica

Para configurar o ICQ através do Squid deve-se configurar o endereço e o tipo de proxy:

No ICQ Setup
Using firewall
Using Proxy: https
Host: Endereço ou IP da Maquina proxy
porta: 3128
Keep Conection alive

segunda-feira, fevereiro 09, 2004

CDRW

http://www.magsilva.dynalias.net/~marco/Projects/HowTos/cdrw/

domingo, janeiro 25, 2004

NIS - Network Information System

NIS - Network Information System

Servidor de logon e de arquivos na rede

home/user1
" /user2
" /user3

Ypserv
yppasswd
Ypbind

1) Adicionar os usuários no sistema
2) Configurar o domínio NIS no arquivo
/etc/sysconfig/network
NISDOMAIN="Sala4"
4) Carregar os serviços
5)Inicializar a base de dados do NIS
/usr/lib/yp/ypinit -m
6)Carreegar o serviço ypbind
7)Exportar os diretórios necessários via NFS

-o--
Cliente NIS
1) Configurar o domínio NIS no arquivo /etc/sysconfig/network
NISDOMAIN="sala4"
2) Configurar a domínio NIS para a sessão atual
HOSTNAME -y sala4
3)Configurar o servidor NIS no arquivo
/etc/hosts (ip nome apelido)
4) Apontar o cliente para o servidor, no arquivo
/etc/yp.conf: domain
dominio server (nome maquna servidor)
5)Configurar o NIS para montar o(s) diretório(s) remoto(s)
#mount -t nfs 10.4.1.14:/home /home

Servidor NFS

Servidor NFS é o mesmo que o recurso compartilhar pastas no Windows.
Network File system - Sistema de arquivos na rede.
1) editar o arquivo
#/etc/exposts
Dentro deste arquivo estão:

nome do dir quem acessa na rede

exemplo:
/publico 10.4.0.0/16(rw,no_root_squash)

rw, são as permissões escrita e leitura.
no_root_squash é para o root da outra máquina, ou seja, o root que não é o local não ganhar acesso de super usuário na máquina compartilhada onde está logando(questão de segurança)

Default é rw, root_squash -> por isto e bom declarar no_root_aquash

2) Para funcionar efetivamente devemos avisar ao Kernel que existe um volume montado novo. (compartilhamento NFS)
# exportfs -var
legenda:
v = verbose
a = all
r = remonta o que já existe

3)Reiniar o serviço
# /etc/init.d/nfs restart

Para criar um diretorio publico não podemos esquecer de criar um diretorio com as devidas permissoes, a seguir:
- Cria um grupo para colocar a galera que acessa
#GroupAdd publico
- Cria o diretorio
#mkdir publico
- Muda o dono do diretorio para o grupo
#chown .publico /publico

Adqua as permissões:
chmod 3777 /publico

Com os devidos stick bits para que o usuário receba o status de dono do diretorio/arquivo que criar, evitando que um outro usuário apague o trabalho do outro.
rwx-rws-rwt
s - O usuario ganha staus de dono do que cria
t - só pode ser removido pelo root

Listar os diretórios exportados
# showmount -e
Para serem montados remotamente
ris um ponto de montagem
#mkdir /mnt/publico

e montando
# mount -t NFS 10.4.1.14:/publico
Para montar sempre que reiniciar a máquina colocar no etc/fstab

10.4.1.14:/publico /mnt/publico NFS rw,hard,int 0, 0
legendas:
rw - leitura e escrita
hard - se testa indefinidamente até encontrar o compartilhamento ou até interrupt intr
intr -> até ser interrompido intr só aceita interrupção se declarado, senão testa indefinidamente,

sexta-feira, janeiro 23, 2004

Curso de C da UFMG

Curso de C da UFMG
Nenhuma empresa hoje pode abrir mão de utilizar as novas tecnologias da informação disponíveis no mercado: ERP, CRM, BI, KM, Balance Scorecard, entre outras.

O administrador de empresas que lidera este processo deve se comunicar com a alta direção da empresa, ser um profundo conhecedor de gestão, negócios e tecnologia. É o chamado CIO - Chief Information Office, que se reporta ao Presidente da empresa, ou seja, ao CEO - Chief Executive Officer.

Mas onde encontrar este profissional?

É necessário um administrador/comunicador com conhecimento em TI para levar à mais alta direção das empresas as soluções que, não só garantam a sobrevivência destas, mas as leve a incrementar negócios, reter e fidelizar clientes, controlar filiais, reduzir custos, aumentar produtividade, aumentar a qualidade, entre outros benefícios.

quarta-feira, janeiro 14, 2004

segunda-feira, janeiro 12, 2004

Servidor IPSEC

http://www.linuxman.pro.br/vpn/
http://www.maikomiaki.hpg.ig.com.br/vpn.html

Servidor VPN PPTP
Cliente
http://pptpclient.sourceforge.net/
Server
http://www.poptop.org/

domingo, janeiro 11, 2004

Gnurias



O site da mulherada trabalhando por um mundo mais livre!!
Gnurias

Meu servidor?
Tá indo. Configurado o Kernel 2.4 no Pentium 200, placa de rede de pé, dhcp-client pegando e IP e já estou na rede.

Em breve colocarei paso à passo o quefoi feito e as novas descobertas.

quinta-feira, janeiro 08, 2004

Arrancando pelo Floppy

Iniciando instalação pelo disquete, uma vez que o CDROM não conseguiu dar boot.

Criando os discos:
1º disco:
dd if=linux.bin of=/dev/fd0 -> disco no floppy

2º disco
dd if=root.bin of=/dev/fd0 -> disco no Floppy

Bootar pela drive e ... colocar o CD no leitor. Ora pois...



Compilando o Kernel criando .deb

Baixar o Kernel-Package.

Após a escolha de módulos e etc.
#make-kpkg --bzImage Kernel_image.

Uma vez feita a compilação será criado um arquivo com extensão .deb
#cd ..
#dpkg -i arquivo.deb